|
Desratização
O serviço de desratização consiste em procedimentos que visam o controle de roedores indesejáveis considerados pragas que infestam áreas urbanas: Mus musculus (Camundongo), Rattus rattus (Rato Preto, Rato de Telhado ou de Forro) e Rattus novergicus (Ratazana ou Rato de Esgoto),
Em áreas externas realiza-se o mapeamento destes raticidas devidamente acondicionados em caixas tipo PEP (Ponto de Envenenamento Permanente) ou PIP (Ponto de Iscagem Permanente), etiquetadas, objetivando monitoramento para posterior tratamento estatístico, bem como a avaliação do resultado. Em áreas internas utilizam-se armadilhas cola ou gaiolas, evitando o uso de iscas raticidas em consonância com BPF’s (Boas Práticas de Fabricação) específicas ou Legislação similar que visa a segurança, impossibilitando riscos de contaminação. Posteriormente os dados colhidos são igualmente utilizados em tratamentos estatísticos e avaliação de resultados.
A OMC pressupõe a existência de 3 roedores por habitante com prejuízo estimado de US$ 4,0 bilhões. No Brasil onde existe cerca de 170 milhões de habitantes estima-se em 500 milhões de ratos. A presença de ratos pode acarretar outros problemas como os acidentes devido aos danos causados em fios e cabos de máquinas e instalações elétricas. A presença de ruídos e chiados em ligações telefônicas se deve muitas vezes aos ratos. Os ratos têm necessidade de roer constantemente para gastar os dentes que crescem em média 3 mm por semana.
Os ratos são responsáveis pela transmissão de cerca de 200 doenças, eles urinam várias vezes ao dia e em pequenas quantidades, mais ou menos 40 vezes. Veja a seguir quantos focos de possíveis doenças podem ser criados em um ano.
Controle: Em áreas rurais e propriedades muito próximas dessas áreas, poderá ocorrer a invasão de espécies que vivem nos campos.
Os pequenos ratos do campo são de inúmeras espécies, predominando esta ou aquela de acordo com as regiões brasileiras. Contudo, os mais comuns são o Holochilus sp e o Orizomys sp, embora o Mastomys sp seja também bastante encontrados. São roedores de pequeno porte: o macho adulto chega a 25g. Vivem em grupo familiares, geralmente instalados a uma boa distância de habitações humanas e preferentemente próximos às plantações de cereais. É comum, também, encontrá-los perto de bambuzais. Sua vida é curta, raramente chegando a 1 ano, mas a prole é numerosa, encontrando-se freqüentemente ninhadas de 5 a 10 filhotes. Algumas espécies têm o pelame avermelhado, mas há outra cor de terra, chegando mesmo ao cinza-chumbo. Quando não estão excessivamente concentrados, fazem parte de uma cadeia ecológica bastante estável, servindo de alimento preferencial a outras espécies predadoras, como cobras, aves de rapina e pequenos carnívoros. Para o procedimento do controle integrado é fundamental a contratação de empresa especializada a fim de evitar a multiplicação desses animais no chamado efeito bumerangue, veja abaixo:
O controle de roedores requer uma especialização que só se consegue através de cursos e treinamentos em órgãos e empresas fornecedoras.
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||